quarta-feira, 24 de outubro de 2012


Nas profundezas da minha terra residem entidades maléficas.
Depauperação obrigatória num sistema jocoso!   
Esgadanhar restos de pele de um casaco de couro.
Tosse o porco, espirra a vaca, na quinta parlamentarista.
Baixam-nos as calças e metem-nos o dedo na nossa poupança.
O relógio e o monóculo do Sr. Bigodes brilham na loja de compra d’ouro.
Marretadas que criam galos! Eles cantam ao amanhecer!
Cuidado com a majestade inquisitorial. Ela corta cabeças!

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